Urbanismo e Corrupção

O número 4 da OPS! é lançado nesta terça feira, dia 14, 18h30, na livraria Círculo das Letras, Rua Augusto Gil, 15B, em Lisboa.
Com um dossier dedicado ao URBANISMO E CORRUPÇÂO, este número inclui uma entrevista a Guilherme Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas e do Conselho de Prevenção da Corrupção. Conta ainda com uma extensa reportagem sobre as pistas apontadas por Maria José Morgado na comunicação intitulada “Urbanismo ilegal – uma justiça impossível”, à volta do sistema de licenciamento urbanístico e os desastres do urbanismo ilegal.
Escrevem ainda neste número Manuel Alegre, Nuno David, Pedro Bingre, Helena Roseta, José Carlos Guinote, Eugénio Sequeira, Pedro Tito de Morais, Luis Novaes Tito, Maria José Gama, Jorge Martins e Leonor Janeiro.
LNT
[0.498/2009]
Rastos:
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Depois de um primeiro ensaio de humildade inconsequente a actual direcção do Partido Socialista deu um verdadeiro sinal de humildade democrática ao reconhecer que os eleitores exigem respeito pelo seu voto e que já não estão dispostos a exercerem o direito e dever de votar para depois verem eleito quem não escolheram.
No passado dia dois António Costa convidou os Bloggers para a Sala do Arquivo da Câmara Municipal de Lisboa para lhes apresentar o balanço das actividades da Câmara nos dois últimos anos.
Como não podia deixar de ser, a nossa colaboradora da semana é Manola Pynha, a diabinha mais famosa cá da loja. Para que não se sinta só é igualmente galardoada Kavaqua Sylvia que com ela faz parelha nas diabruras. Tal como nas histórias dos polícias bons e maus a parelha funciona, para gozo dos nossos clientes, como a moeda boa e má, embora ambas pouco prestem.
Antes, quando era só "o Professor de Boliqueime", podia entender-se que fosse parcial e que um-par-de-cornos, ainda por cima feitos em cabeça própria, lhe causasse a indignação que o palavreado do Bocaça da Madeira nunca causou.
O que mais irrita nisto tudo é que o homem nem sequer fez um par de cornos à portuguesa. 
Só foi necessário que os eleitores tivessem penalizado o Governo para que Manuela Ferreira Leite, igualmente em forte penalização (ao nível da que aconteceu com Santana Lopes), começasse a relembrar aos portugueses o seu estilo arrogante e autoritário. Bastou-lhe o cheiro do poder para perder a compostura de humildade ensaiada desde a sua chegada à fraca liderança do PSD para que ódios antigos, contas por ajustar e ressabiamentos diversos começassem a dar sinal de si. É bom que assim seja porque será este caminho que vai avivar a memória para a sua desastrosa passagem pela Educação,
com os resultados conhecidos, e para o seu mandato interrompido nas Finanças onde primou pela venda de tudo que havia para vender, incluindo os incobráveis do fisco que ainda hoje estamos a pagar a alto custo, o achincalhamento, a desvalorização e o congelamento do sector público e a execução da famosa política da tanga que levou o seu mentor a abandonar o lugar de eleição em troca de boxers mais confortáveis, enquanto ela varria para baixo do tapete a mentira do deficit resolvido que acabou por ser desmascarada por Bruxelas.
Quatro dias de silêncio e tanto para falar. Ainda bem que não o fiz porque o diz-desdiz é tão lesto que já ninguém consegue fazer uma crítica decente.
(e também para aqueles que me não querem, ou não me são queridos)
O Daniel Rebelo do
O selo do prémio é um tal Lemniscata, uma curva geométrica com a forma semelhante à de um 8 e pretende representar uma folha de louro, especiaria indispensável para temperar o bife à portuguesa num prato sem interior nem exterior tipo coisa sem-fim.
Qual será a diferença entre alguém se candidatar a lugares sucessivos julgando-se com esse direito por não ter sido eleito para os lugares anteriores e a de alguém anunciar logo à partida que se irá candidatar a dois lugares, indicando qual a sua preferência no caso dos eleitores entenderem que é igualmente elegível em qualquer um deles?
Há uma razão maior que todas as outras para votar no PS nas próximas legislativas.

Isto está de ananases! Exclama Alina Jamé, a nossa ex-mais veloz de todas as colaboradoras.
Está decidido. Na ressaca das europeias há que transformar a massada de cherne no prato regional europeu. Mesmo em França, terra de excelência culinária, os chef, Michelin incluídos, renderam-se ao foie gras de Epinephelinae e já inovam os paladares do velho continente habituados ao atum, por ser quem dantes não era peixe nem carne.
As barbearias são lugares para muitas coisas, até para o desmoronar dos ídolos,
Há dias assim, em que os dois lados do oceano se dedicam, por coincidência, à mosca.
A decisão de José Sócrates anunciada na última Comissão Política do Partido Socialista foi a de que
Já aqui falei da Pérsia? Não, não falei e se não o fiz foi porque a hipocrisia ocidental já não deixa mais lugar para se poder falar de coisas destas.












