segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Do fedor

BuleTinha jurado não abordar o fedor dos gatos porque me chateia fazer publicidade à MEO sem ser pago, mas é irresistível, principalmente depois de ler o que por aí se tem equacionado sobre a inclusão de Rodrigo no bando dos quatro.

Dizer que ele prestou um mau serviço ao jornalismo por confundir a sua profissão com o entretenimento é coisa tão válida como afirmar que um jornalista que entre numa gincana de automóveis passa a ser confundido com um carapau de corrida.

A questão não foi a do papel de humorista que Rodrigo se prestou a fazer (como se não estivéssemos todos habituados a ver jornalistas fazerem esse papel), mas sim a falta de humor que o papel revelou.

E o que entendo como verdadeiramente complicado é viver num País cujo Ministério Público avança com um inquérito a um comentador por ter chamado palhaço ao Presidente de República mas deixa passar em claro uma solução apresentada num canal de televisão (mesmo com a capa de humor) com a sugestão de atentado contra membros de um Governo.
LNT
[0.499/2013]

2 comentários:

Filipe Santos disse...

Sem duvida um intitulado regresso muito pouco feliz.. Pareceram-me esgotados, caindo no humor facil, e repetitivo, sem o condão de mexerem com mentalidades como foi seu apanagio durante largos anos. O facilitismo do fluxo monetario parece ter entorpecido os Gatos.

Deixe me dizer-lhe que é um gosto lê-lo caro Luis

Bem Haja!

Luis Novaes Tito disse...

O gosto é meu por tê-lo como leitor.
Abraço e boas-festas