sexta-feira, 27 de abril de 2012

Tralalá

TralalaSei lá o que é Tralalá. Não sei russo nem sequer alemão. Português sei pouco, o suficiente para ir dando novidades daquilo que se faz por aí.

Se querem saber o que é Tralalá perguntem à Helena que anda pelas terras de Merkel a traduzir para português o que é impensável em russo. E, como se não chegasse, refugia-se em estranhos lugares para fazer aquilo que diz serem lançamentos de obra em Portugal.

Fixei que, com entrada livre e depois de autógrafos na Feira do Livro, a trupe se junta na Pensão Amor, coisa "in" vanguardista de Lisboa.

Fica a notícia e, já agora que falei da Feira do Livro, não se esqueçam de que hoje, dia 28, o Porfírio assina o seu “Podemos matar um Sinal de Trânsito?” entre as 15 e as 17 horas, altura em que suspenderá a caneta para dar lugar à de Mário Soares, um pouco mais acima.

Divirtam-se, pois leitura, autógrafos e amores ainda só pagam 23% de IVA.
LNT
[0.240/2012]

6 comentários:

Helena disse...

Vou-lhe contar um segredo, Luís: nem o Kaminer sabe bem o que isso é, e onde fica. Na URSS havia Tralalás muito para lá da ficção...
Mas, se bem me lembro, fica para os lados de uma aldeia chamada Mija Quente (será que traduzi realmente assim?!) (será que a revisão deixou passar?!)
(e agora me pergunto: como se chamarão os habitantes de Mija Quente?)

Obrigada por dar eco a este convite. Só por causa disso, quando chegar ao milhão leva 23% mais das famosas barras de ouro!

Luis Novaes Tito disse...

Ora, todos sabem que os naturais dessa terra são os fraldenses (ou fraldeiros).
Que falta de cultura, meu Deus!

Luis Novaes Tito disse...

Vejo agora no dicionário que também se podem chamar por fraldisqueiros.

Helena disse...

(e eu que lhes chamei...) (ai! calateboca, nem às paredes confesso)

Fraldisqueiros é lindo, sim.

Anónimo disse...

Eu diria que o mais correcto seria apelidá-los de "mijões".
Daqui

Helena disse...

O "Anônimo" é que me compreende!
:-)