Ferreira Leite usa-o com a mesma convicção com que denunciou a mentira Santana Lopes a quem agora afaga ao colo, com igual convicção com que criticou Chão de Lagoa onde agora se propõe bailar com Alberto João e com que criticou os cornos de Manuel Pinho sem nada ter para dizer sobre a catrefada de boçalidades que Jardim anuncia para reduzir a Constituição Portuguesa a um Bolo de Caco.
A verdade dos cartazes e da propaganda já não representa só a pantomima do rasga/não rasga, do constrói/não constrói, ou da moeda-má/moeda-boa como se tivesse o poder feiticeiro da fada madrinha que lhe permite transformar ratos em corcéis e abóboras em carruagens. É uma fantasia repetida mil vezes para fazer acreditar que Santana Lopes e ela própria são gente credível, gente a quem se reconhece obra e progresso em resultado dos muitos cargos que exerceram anteriormente.
LNT
[0.518/2009]