quinta-feira, 23 de abril de 2015

O retorno do sucessório de má memória

Euro parteDepois do Partido Socialista ter evoluído para a extinção do Imposto Sucessório (de má memória) eis que a teoria do “chapa ganha, chapa gasta” ou da golpada de “chico esperto” volta à ribalta.

Trata-se de penalizar os que entendem que o aforro, ou o investimento, são boas práticas que possibilitam, aos que lhes sucedem, multiplicar e desenvolver.

É o retrocesso ao viver das aparências, aos BMW, Mercedes e Porches comprados a crédito para mostrar aos amigos, ou ao investimento imobiliário feito, à partida, em nome de terceiros para não morrer num património que, em vez de reverter para os seus, reverterá para um Estado que não sabe controlar a voracidade dos seus gastos.

É a penalização segundo a teoria de “pé rapado invejoso” que nunca fez o esforço de gastar menos para amealhar o seguro futuro.

Afinal Maria Luiz tem razão. Mais vale um cofre cheio de dinheiro dos outros (de dívidas) do que amortizar as dívidas antigas e criar lastro com poupança. Quem vier a seguir que se lixe.

LNT
[0.212/2015]
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