sábado, 25 de abril de 2015

Pela última vez

Aos figosUma vez mais foi ele mesmo, sem chama, sem noção do cargo que ocupa, sem considerar que, antes de tudo e como todos os estudos de opinião revelam, os portugueses não se revêm em si.

Uma vez mais, partidário e chefe de facção, a apostar em deixar para a História a sua pequena estória, a sua neura, a sua incapacidade de assumir a voz da Nação, de se fazer povo, aquele povo que cometeu o erro de o eleger, ao longo dos últimos trinta e tal anos, para desempenhar os mais elevados cargos do Estado.

Foi o seu último esgar num dia da Liberdade.

Não deixa saudades.
LNT
[0.216/2015]
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