[0.052/2008]
Fevereiro, um mês tão bom como qualquer outro
Há momentos em que os amigos precisam de se encontrar, mesmo que nada de especial os leve a reunir. Há momentos em que a amizade precisa de prova de vida, de olhar nos olhos para ler as almas, para as alegrar.
Há momentos em que os silêncios podem ser quebrados só pelos sorrisos dos que se juntam para sorrir.
Há momentos para lembrar que o silêncio não é desatenção nem rendição.
LNT
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
[0.051/2008]
Pequenos ajustes
Se o Ministro Já Mééé transitar para o Ambiente para chumbar o estudo de impacto ambiental do aeroporto da Ota em Alcochete, presumo que o Ministro Borrego transite para a Agricultura e Pecuária, para se manter calado. Se o Ministro Campos transitar para os Transportes para montar a rede de ambulâncias e primeiros socorros e o Ministro Gago seguir para os Assuntos Parlamentares para transformar as comissões da AR em Fundações, então a Ministra Rodrigues deverá ser colocada na Saúde para gerir os tempos livres dos paramédicos e a Ministra Lima transitará para a Segurança Social para sanear tudo o que não termine no afrancesado “age”.
Nos Secretários de Estado a coisa fia mais fino. Todos eles deveriam mudar de pasta e em especial o SE SS Marques, vereador do Montijo, que deveria ir substituir o Ministro Pereira da Presidência para ficar mais perto de Pinto de Sousa e lhe dar melhor conselho.
Depois de ter ouvido os noticiários da manhã no RCP de Osório (que poderia transitar para o Palácio Foz), fiquei a saber que o nosso Primeiro anda a ouvir o PS (que pensava mudo), para depois decidir o que fazer. Porreiro, pá, Osório amigo.
Pode ser que oiça este escrito, sempre é mais uma opinião do PS para escutar em silêncio e, numa atitude de grande elevação, reflexão assertiva e inovação, aproveite a nova oportunidade e nomeie o Barbeiro para o cargo de “olhos e ouvidos” junto do Pátio dos Bichos. Prometo fazer o mesmo ar de espanto que Portas fez quando ouviu dizer que ia para Ministro do Mar.
LNT
Pequenos ajustes
Se o Ministro Já Mééé transitar para o Ambiente para chumbar o estudo de impacto ambiental do aeroporto da Ota em Alcochete, presumo que o Ministro Borrego transite para a Agricultura e Pecuária, para se manter calado. Se o Ministro Campos transitar para os Transportes para montar a rede de ambulâncias e primeiros socorros e o Ministro Gago seguir para os Assuntos Parlamentares para transformar as comissões da AR em Fundações, então a Ministra Rodrigues deverá ser colocada na Saúde para gerir os tempos livres dos paramédicos e a Ministra Lima transitará para a Segurança Social para sanear tudo o que não termine no afrancesado “age”.
Nos Secretários de Estado a coisa fia mais fino. Todos eles deveriam mudar de pasta e em especial o SE SS Marques, vereador do Montijo, que deveria ir substituir o Ministro Pereira da Presidência para ficar mais perto de Pinto de Sousa e lhe dar melhor conselho.
Depois de ter ouvido os noticiários da manhã no RCP de Osório (que poderia transitar para o Palácio Foz), fiquei a saber que o nosso Primeiro anda a ouvir o PS (que pensava mudo), para depois decidir o que fazer. Porreiro, pá, Osório amigo.
Pode ser que oiça este escrito, sempre é mais uma opinião do PS para escutar em silêncio e, numa atitude de grande elevação, reflexão assertiva e inovação, aproveite a nova oportunidade e nomeie o Barbeiro para o cargo de “olhos e ouvidos” junto do Pátio dos Bichos. Prometo fazer o mesmo ar de espanto que Portas fez quando ouviu dizer que ia para Ministro do Mar.
LNT
[0.050/2008]
Ao ritmo do pandeiro
O que o barbeiro gostaria mesmo era de ter uma ponte oceânica entre Lisboa (podia ser do Guincho) e a ilha da Madeira. Isso sim era uma obra de vulto, mais um dos muitos scores da luso-grandeza sexy tipo a maior árvore de Natal da Europa, o maior Centro Comercial da Ibéria, o Primeiro-Ministro mais porreiro, pá!, do Mundo.
Coisa simples porque se ligariam os cubanos à terra do mel e do lado de lá já há estradas, auto-estradas e túneis até ao extremo do nada.
Como diria o meu vizinho de longa data:
- Será possível que com esta ponte Lisboa/Funchal fiquem a menos de umas horas (aí umas nove) de distância? Será que com esta ponte virá a nascer uma nova linha ferroviária suburbana que servirá de alternativa real ao avião e ao navio para quem vive a montante do Funchal? Será que o TGV não ia atravessar o Atlântico nalgum ponto? Será que com essa ponte para chegar ao Funchal (que fica a menos de 974 km do centro de Lisboa em linha recta) deixará de ser necessário fazer a circunvalação a metade da rota sul percorrendo de 1.200 a 1.300 quilómetros dependendo do corredor aéreo e da altitude escolhidos?
Lisboa não tem pontes a mais. Menos tempo de viagem é menos poluição, é maior eficiência e consequentemente mais riqueza e mais conforto. O aeroporto é apenas mais um contributo para justificar as vantagens de uma ponte que é há muito indispensável e desejável. Uma ponte que deveria ter sido uma prioridade face ao aeroporto, digo eu.
E dizes muito bem Rui.
LNT
Rastos:
Ao ritmo do pandeiro
O que o barbeiro gostaria mesmo era de ter uma ponte oceânica entre Lisboa (podia ser do Guincho) e a ilha da Madeira. Isso sim era uma obra de vulto, mais um dos muitos scores da luso-grandeza sexy tipo a maior árvore de Natal da Europa, o maior Centro Comercial da Ibéria, o Primeiro-Ministro mais porreiro, pá!, do Mundo.
Coisa simples porque se ligariam os cubanos à terra do mel e do lado de lá já há estradas, auto-estradas e túneis até ao extremo do nada.
Como diria o meu vizinho de longa data:
- Será possível que com esta ponte Lisboa/Funchal fiquem a menos de umas horas (aí umas nove) de distância? Será que com esta ponte virá a nascer uma nova linha ferroviária suburbana que servirá de alternativa real ao avião e ao navio para quem vive a montante do Funchal? Será que o TGV não ia atravessar o Atlântico nalgum ponto? Será que com essa ponte para chegar ao Funchal (que fica a menos de 974 km do centro de Lisboa em linha recta) deixará de ser necessário fazer a circunvalação a metade da rota sul percorrendo de 1.200 a 1.300 quilómetros dependendo do corredor aéreo e da altitude escolhidos?
Lisboa não tem pontes a mais. Menos tempo de viagem é menos poluição, é maior eficiência e consequentemente mais riqueza e mais conforto. O aeroporto é apenas mais um contributo para justificar as vantagens de uma ponte que é há muito indispensável e desejável. Uma ponte que deveria ter sido uma prioridade face ao aeroporto, digo eu.
E dizes muito bem Rui.
LNT
Rastos:
-> Adufe (4.0);
-> Palavras de Ursa;
-> Great Circle Distances Between Cities.
[0.049/2008]
Porque morrem os Partidos
Houve um tempo, não muito longínquo, em que os dirigentes do Partido Socialista eram chamados às secções de residência para responderem aos seus militantes.
Hoje é raro haver convocatórias e quando elas acontecem, lê-se:
Convocam-se os militantes para uma sessão de esclarecimento sobre...
LNT
Rastos:
Porque morrem os Partidos
Houve um tempo, não muito longínquo, em que os dirigentes do Partido Socialista eram chamados às secções de residência para responderem aos seus militantes.
Hoje é raro haver convocatórias e quando elas acontecem, lê-se:
Convocam-se os militantes para uma sessão de esclarecimento sobre...
LNT
Rastos:
-> Adufe (4.0)
-> PS Lumiar
[0.048/2008]
Já fui feliz aqui [ XCVII ]
LNT
Rastos:
Já fui feliz aqui [ XCVII ]
Maria Bethânia, Coliseu - Lisboa - Portugal
LNT
Rastos:
-> Só Música.
domingo, 13 de janeiro de 2008
[0.047/2008]
Blasfémias liberais
O Blasfémias registou-se na Net com o endereço www.blasfemias.net
Informa o Gabriel que após dificuldades diversas para se livrarem da acusação de SPAM este foi o melhor caminho para poderem continuar a assegurar a sua presença regular. O comentário seguinte seria dispensável mas se um barbeiro não servisse para espicaçar os seus clientes teria pouca valia e por isso aqui vai:
Quando é que os blasfemos farão a crítica liberal ao liberal quase-monopólio da Google? O que não teriam dito se aquilo que lhes aconteceu fosse obra de uma sindicância por um grupo estado?
LNT
Rastos:
Blasfémias liberais
O Blasfémias registou-se na Net com o endereço www.blasfemias.net
Informa o Gabriel que após dificuldades diversas para se livrarem da acusação de SPAM este foi o melhor caminho para poderem continuar a assegurar a sua presença regular. O comentário seguinte seria dispensável mas se um barbeiro não servisse para espicaçar os seus clientes teria pouca valia e por isso aqui vai:
Quando é que os blasfemos farão a crítica liberal ao liberal quase-monopólio da Google? O que não teriam dito se aquilo que lhes aconteceu fosse obra de uma sindicância por um grupo estado?
LNT
Rastos:
-> Blasfémias;
-> Gabriel - BLASFEMIAS.NET.
[0.046/2008]
Aos meus caros vizinhos jornalistas
Importar-se-ão os vizinhos de informar os vossos colegas da comunicação social que as ratificações (não as rectificações, como alguns dizem) dos tratados são uma competência própria da Assembleia da República?
É que não há dia em que se não leia e escute ter o Governo decidido que a ratificação se fará pela Assembleia da República e não por referendo, o que é um manifesto disparate e confunde algumas alminhas deste País.
Expliquem-lhes, por favor, que o Referendo só serviria para reforçar e validar a decisão política dos deputados.
Agradecido.
LNT
ET - Jorge Ferreira (penso que do Tomar Partido) tem razão e importa corrigir:
"a Assembleia não ratifica, aprova. Quem ratifica é o Presidente da República, artigo 135º, alínea b) da Constituição".
Agradecido, fica a correcção.
Rastos:
Aos meus caros vizinhos jornalistas
Importar-se-ão os vizinhos de informar os vossos colegas da comunicação social que as ratificações (não as rectificações, como alguns dizem) dos tratados são uma competência própria da Assembleia da República?
É que não há dia em que se não leia e escute ter o Governo decidido que a ratificação se fará pela Assembleia da República e não por referendo, o que é um manifesto disparate e confunde algumas alminhas deste País.
Expliquem-lhes, por favor, que o Referendo só serviria para reforçar e validar a decisão política dos deputados.
Agradecido.
LNT
ET - Jorge Ferreira (penso que do Tomar Partido) tem razão e importa corrigir:
"a Assembleia não ratifica, aprova. Quem ratifica é o Presidente da República, artigo 135º, alínea b) da Constituição".
Agradecido, fica a correcção.
Rastos:
-> Constituição da República Portuguesa;
-> Tomar Partido (2).
[0.045/2008]
Opus ensemble
Se o barbeiro em vez de estar no ramo da cosmética estivesse no da construção civil e se desenhasse no horizonte o cenário de milhões de obras públicas, também se deixava ficar calaínho e de bom grado trocaria uma posição de influência por outra de negócio.
São as regras da coisa, onde a coisa empresta dinheiro para comprar influência e depois se transfere da coisa pública para a coisa privada.
LNT
Opus ensemble
Se o barbeiro em vez de estar no ramo da cosmética estivesse no da construção civil e se desenhasse no horizonte o cenário de milhões de obras públicas, também se deixava ficar calaínho e de bom grado trocaria uma posição de influência por outra de negócio.
São as regras da coisa, onde a coisa empresta dinheiro para comprar influência e depois se transfere da coisa pública para a coisa privada.
LNT
sábado, 12 de janeiro de 2008
[0.043/2008]
Colaborador da Semana [ XVII ]
Allessandra está radiante.
Depois de ter vindo para Portugal conseguiu, à custa de muita labuta, adquirir um apartamento nas bordas da carreira de tiro e agora saiu-lhe a sorte grande, diz.
Um cliente discreto desta barbearia, homem de estudos anónimos, prometeu-lhe uma permuta com upgrade de área, junto ao mar, perto dos golfinhos.
Diz que a chaléte ainda não está pronta mas, na sua qualidade de grande merceeiro, penhora o compromisso com o avio desta barbearia até à realização da escritura.
Um factor, mais um, de sucesso para o negócio pelo que os cabedais de Alessandra lhe garantem o título de colaboradora da semana.
LNT
Rastos:
Colaborador da Semana [ XVII ]
Allessandra está radiante.
Depois de ter vindo para Portugal conseguiu, à custa de muita labuta, adquirir um apartamento nas bordas da carreira de tiro e agora saiu-lhe a sorte grande, diz.
Um cliente discreto desta barbearia, homem de estudos anónimos, prometeu-lhe uma permuta com upgrade de área, junto ao mar, perto dos golfinhos.
Diz que a chaléte ainda não está pronta mas, na sua qualidade de grande merceeiro, penhora o compromisso com o avio desta barbearia até à realização da escritura.
Um factor, mais um, de sucesso para o negócio pelo que os cabedais de Alessandra lhe garantem o título de colaboradora da semana.
LNT
Rastos:
-> João Tunes - Blog Água Lisa (6).
[0.042/2008]
Não é por ter cão, nem por o não ter
Quando os partidos políticos se apresentam a eleições deveriam cuidar bem dos seus programas eleitorais. Segundo consta, ninguém os lê, mas todos passam a recitá-los no caso de incumprimento.
Se Sócrates tivesse apresentado a promessa de dar seguimento ao novo aeroporto de Lisboa, em vez de o ter feito em relação ao da Ota, teria tido maleabilidade suficiente para agora ter tomado a opção do deserto sem ter quebrado um compromisso eleitoral. Claro que ainda o pode fazer, bastando para tal baptizar o novo aeroporto de Alcochete com o nome de Aeroporto Internacional da Ota, em Alcochete.
Se Sócrates tivesse prometido fazer uma consulta ao eleitorado para saber da percepção em relação à Europa em vez de se ter comprometido com o referendo ao Tratado da UE, teria tido maleabilidade suficiente para agora ter tomado a opção da ignorância sem ter quebrado um compromisso eleitoral. Claro que ainda o pôde fazer, bastando para tal baptizar o novo tratado europeu com o nome de Tratado de Lisboa.
A questão é que, quando se avança para eleições, a importância que se dá ao prometido é tão irrelevante que não existe o cuidado de equacionar devidamente os compromissos eleitorais. Sócrates até podia estar cheio de razão quando decidiu não realizar o referendo e ter deixado cair a Ota em favor de Alcochete, mas o incumprimento das promessas eleitorais mantém-se e é um grave desrespeito aos seus eleitores.
LNT
Rastos:
Não é por ter cão, nem por o não ter
Quando os partidos políticos se apresentam a eleições deveriam cuidar bem dos seus programas eleitorais. Segundo consta, ninguém os lê, mas todos passam a recitá-los no caso de incumprimento.
Se Sócrates tivesse apresentado a promessa de dar seguimento ao novo aeroporto de Lisboa, em vez de o ter feito em relação ao da Ota, teria tido maleabilidade suficiente para agora ter tomado a opção do deserto sem ter quebrado um compromisso eleitoral. Claro que ainda o pode fazer, bastando para tal baptizar o novo aeroporto de Alcochete com o nome de Aeroporto Internacional da Ota, em Alcochete.
Se Sócrates tivesse prometido fazer uma consulta ao eleitorado para saber da percepção em relação à Europa em vez de se ter comprometido com o referendo ao Tratado da UE, teria tido maleabilidade suficiente para agora ter tomado a opção da ignorância sem ter quebrado um compromisso eleitoral. Claro que ainda o pôde fazer, bastando para tal baptizar o novo tratado europeu com o nome de Tratado de Lisboa.
A questão é que, quando se avança para eleições, a importância que se dá ao prometido é tão irrelevante que não existe o cuidado de equacionar devidamente os compromissos eleitorais. Sócrates até podia estar cheio de razão quando decidiu não realizar o referendo e ter deixado cair a Ota em favor de Alcochete, mas o incumprimento das promessas eleitorais mantém-se e é um grave desrespeito aos seus eleitores.
LNT
Rastos:
-> Pedro Correia - Blog Corta Fitas;
-> Imagem de Rui Perdigão.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
[0.040/2008]
Das duas, uma
Ou alguém andou a roubar durante dez anos para apresentar um estudo que bastavam três meses para o fazer, ou alguém agora está a ser leviano ao tomar decisões com base num estudo impossível de realizar em tão curto espaço de tempo.
LNT
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Das duas, uma
Ou alguém andou a roubar durante dez anos para apresentar um estudo que bastavam três meses para o fazer, ou alguém agora está a ser leviano ao tomar decisões com base num estudo impossível de realizar em tão curto espaço de tempo.
LNT
Rastos:
-> Vida das Coisas - Joguetes.
[0.039/2008]
Momentos da actualidade - Festa Brava
A barbearia tem o prazer de apresentar aos seus aficionados clientes, dois belos momentos da corrida à portuguesa:
A Banda da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense a executar com mestria o pasodoble España Cañi e uma arrojada pega de caras, consumada à primeira, malgrado a besta embandarilhada tenha investido com raça e derrote.
Os valentes?
Na cara, José Miguel Vinagre do Grupo de Forcados Amadores de Alcochete, como não podia deixar de ser.
Notável o trabalho do rabejador.
LNT
Momentos da actualidade - Festa Brava
A barbearia tem o prazer de apresentar aos seus aficionados clientes, dois belos momentos da corrida à portuguesa:
A Banda da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense a executar com mestria o pasodoble España Cañi e uma arrojada pega de caras, consumada à primeira, malgrado a besta embandarilhada tenha investido com raça e derrote.
Os valentes?
Na cara, José Miguel Vinagre do Grupo de Forcados Amadores de Alcochete, como não podia deixar de ser.
Notável o trabalho do rabejador.
LNT
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