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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Querido líder


Hoje é dia dos militantes do Partido Socialista (e só estes porque aquilo dos simpatizantes votarem no Secretário-geral foi um devaneio do António José Seguro) se dirigirem às secções de voto e elegerem o nosso querido líder e os delegados ao Congresso Nacional que se vai realizar, um destes dias, na Batalha.

Lá estaremos a cumprir ordeiramente o ritual e, embora haja dois candidatos na contenda, parece-me assegurada a eleição norte-coreana que levará o querido líder às próximas legislativas (caso não haja quem, fora do tempo eleitoral, lhe atire uma casca de banana).

Salvé Cesar, salvé Costa! Longa vida e saudinha da boa.
LNT
#BarbeariaSrLuis
[0.012/2018]

domingo, 12 de junho de 2016

A poção mágica

PÁF PUF

Vejo (leio) gente de direita, esquerda e assim-assim muito incomodada com os amores afectuosos do Presidente da Direita – que anda pela esquerda – e do Primeiro da Esquerda – que anda pela direita.

Vejo-os (leio-os) de carantonhas sérias apelando ao vómito que foi aquilo em que Cavaco transformou o cargo – chamam-lhe agora institucionalização – e apelando ao respeito (a dar-se ao…) como se Cavaco merecesse ou tivesse tido respeito do povo português.

Por aqui, pela praia em tempos de cuidado com os raios matreiros do Sol, vejo (e oiço) nos intervalos a paródia dos dois por terras gauleses e sinto-me quase tão divertido como quando lia a última edição de um Astérix acabado de publicar.

Tomaram a poção mágica e o povo gosta de os ver radiantes, julgando-se invencíveis.

Ainda bem, serve de alívio e, se para nada mais servir, serve também para garantir que mais vale umas larachas de gajos porreiros enquanto nos metem a mão no bolso do que lá sentirmos a mão de uns trombudos que nunca entenderão que o poder político é efémero.
LNT
#BarbeariaSrLuis
[0.036/2016]

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Foram precisos cinquenta e três dias

Posse XXI Governo

Só me é possível desejar ao XXI Governo Constitucional de António Costa o melhor sucesso.

Esse sucesso será a alavanca da nossa melhoria de vida e do retorno a um ciclo de normalidade onde as pessoas que se queixem das condições que lhe são impostas não sejam considerados piegas mas sim cidadãos a quem é necessário dar voz e proporcionar uma vida melhor.

Esse sucesso será também a vitória dos nossos jovens que passarão a ser olhados como riqueza do nosso País e não como carne de canhão para desenvolvimento dos outros Países.

Esse sucesso passa pela normalidade da vida dos cidadãos onde o trabalho volte a ser um bem maior e onde o desemprego tenha uma luta dirigida em vez de ser considerado como um efeito colateral de uma economia neoliberal.

Quem me lê sabe que não sou propriamente um crente da solução conseguida. Penso que, em situação normal, deveríamos estar perante um poder executivo diferente com uma oposição forte para o condicionar. Mas isto não foi uma situação normal por diversas razões, entre elas a incapacidade de os ganhadores das últimas eleições não terem tido o bom senso de conseguir um assentimento mínimo de sustentabilidade.

Agora resta a esperança, o que já não é pouco dada a sua falta nos últimos quase cinco anos.

Resta a exigência, que se espera sempre maior àqueles que nos são mais próximos do que aos de quem já nada se espera.

Boa sorte para todos nós.
LNT
#BarbeariaSrLuis
[0.299/2015]

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Aos figos

Cavaco aos figosCinquenta dias depois de Cavaco ter percebido que afinal nem todos os cenários que traçou se podiam concretizar, o Presidente eleito pela menor maioria de sempre exigiu seis esclarecimentos que nada esclareçam e que ele nunca poderá atestar porque já não estará na Presidência para o fazer.

Se Costa lhe tivesse escrito uma carta de amor, ridícula como são todas, ficaria Sua Excelência tão ridiculamente esclarecido como já é ridículo o papel que anda a fazer.

Mas há aqui uma artimanha que parece estar a passar ao lado de todos os que nunca aprenderam a apanhar figos no Algarve.

Cavaco quer deixar uma papel assinado por Costa que permita ao próximo Presidente da República dissolver a Assembleia da República, no caso de se conseguir suceder por quem ele entende que o sucederá.

O Presidente que no seu discurso de vitória fez saber que só seria presidente de quem o apoiou, pretende agora deixar um testamento político que permita ao seu sucessor fazer aquilo que ele próprio não fez (por sua vontade ao deixar que as legislativas só se realizassem quando já não estivesse no pleno poder das suas competências).

Um dia há-de dizer, como ele sempre gosta de fazer, que bem avisou. Uma prática que usou em todos os tempos em que preferiu “avisar” do que fazer.
LNT
#BarbeariaSrLuis
[0.296/2015]

sábado, 11 de abril de 2015

O não candidato

Guterres ONUQuando uma mão cheia de deputados do Partido Socialista, ainda resquícios dos idos de Sócrates, sentiram que a segunda vitória de António José Seguro (Europeias) fazia perigar a sua inclusão nas listas dos deputados deste ano, inventaram uma intentona no PS com o objectivo de derrubar a direcção eleita democraticamente.

Reuniram ao seu coro de bota-abaixo os comentadores de regime, alargaram a pressão junto dos media levando os televisivos (Quadratura, Marcelo, Mendes e quejandos) a apoiar o seu movimento e conseguiram, com sucesso, fazer passar a ideia de que aquilo que estava em jogo era uma mudança de Secretário-geral para conseguir dar novo impulso no arrebanhar de votos das legislativas agora à porta.

Faltava-lhes um líder porque, depois de terem queimado Assiz e deste se ter feito cabeça de lista nas Europeias, não tinham qualquer veleidade para apresentar um dos homens de Sócrates para o combate.

António Costa, tudo fazia prever pelos avanços e recuos anteriores, posicionava-se nessa altura para voar da Câmara de Lisboa para o Palácio de Belém, até porque Seguro estava reeleito e, seguindo a tradição de sempre, seria o próximo Primeiro-ministro caso o PS vencesse (como se previa) as legislativas.

Lançaram a pantomima de Guterres ser o candidato do PS à Presidência da República coisa que, aliás, já haviam feito anos antes quando Sócrates se bateu contra Alegre e J. Soares para a liderança do Partido.

Costa sentiu-se ameaçado e deu o corpo às balas, abrindo a caixa de pandora que não mais garantirá que os SG do PS possam ver os seus mandatos cumpridos pelo prazo para que forem eleitos.

Seguro respondeu mal ao desafio. Em vez de ter, de imediato, convocado um Congresso Nacional para debelar a rebelião, inventou uma eleição de candidato a primeiro-ministro aberta a “simpatizantes” sem ter tido o discernimento de que esses “simpatizantes” – muitos dos quais declarados apoiantes do Livre e de Marinho e Pinto - iriam destruir a coesão interna, como se verificou.

Costa foi eleito candidato a PM e, com a demissão de Seguro, foi também eleito SG do PS.

Perdeu-se um futuro Presidente da República jovem (Costa) e perdeu-se um Primeiro-ministro de qualidade (Seguro). Desagregou-se o maior Partido da esquerda portuguesa. As vitórias de Pirro (Autárquicas e Europeias) passaram a ser derrotas calamitosas (Madeira 2015). As próximas legislativas irão ser aquilo que se verá e Guterres, que nunca foi candidato a PR, acabou por ter de declarar que não está nessa corrida.

Foi uma estratégia de Pirro. Salvaram-se os lugares de deputados de quem os tinha visto em risco e garantiu-se a quota socrática no que aí vem.

Parabéns à prima.
LNT
[0.196/2015]

domingo, 29 de março de 2015

Já chegámos à Madeira?

EscorregaEspero bem que não, porque se já chegámos à Madeira então acabaram-se as vitórias de Pirro – como foram os últimos resultados autárquicos na pérola do atlântico – e entrámos na fase das valentes cabazadas da nova era em que os líderes partidários são apeados a meio do mandato.

Não me julguem feliz com os resultados vergonhosos obtidos pelo meu Partido coligado ao absurdo, (a coligação obteve menos 5 deputados do que em 2011) porque preferia não começar a ter razão antes do tempo, mas isto não augura nada de bom.

Pena que os simpatizantes recrutados à pressão não consigam mais do que isto e, sem querer extrapolar para o nacional o que foi regional, não consigo deixar de pensar que mais vale uma vitória de Pirro na mão do que duas derrotas a voar.
LNT
[0.170/2015]

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Bastante diferente do que estava há quatro anos

Diferente

A primeira grande diferença é a de que nesse período perdemos um bom candidato a Primeiro-ministro e um outro bom candidato a Presidente de República.

Como diriam os gauleses “la différence entre l'homme et la femme c'ést que la différence entre” e isto não é bastante diferente daquilo que era há quatro anos.

Claro que o putativo candidato a Presidente da República, que deixou de o ser no momento em que lhe acenaram com um fantasma que vive no Pátio dos Bichos em estado gasoso desde o tempo em que Sócrates se candidatou pela primeira vez a Secretário-geral do Partido Socialista, vai tentar explicar que este “diferente” não quer dizer melhor, embora não queira dizer pior, ou coiso assim.

Claro que o entronizado candidato dos simpatizantes a um cargo não elegível, por ser um lugar de nomeação, que também não é o PASOK (nem qualquer outra coisa na Grécia, porque da Grécia quer-se distância), assim como igualmente não é o mandante para tapar os buracos que deixam as ruas de Lisboa em estado miserável e rebentam com os carros dos cidadãos que o elegeram na esperança de poderem ter um Presidente da Câmara dedicado a tempo inteiro ao desempenho do seu cargo, vai acabar por ter uma explicação, nem que seja em 中国.

Tudo isto é bastante diferente e deixa-nos incapazes de indiferença.
LNT
[0.118/2015]

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Em 2013

Bandeira da RepúblicaFica para memória que, no Cinco de Outubro deste ano, tivemos um discurso de Presidente da República feito por um Presidente da Câmara e um outro de Presidente de Junta feito por um Presidente da República.

Razão tenho ao não deixar de aconselhar à minha clientela que olhe para o autarca com olhos de ver e ganas para o fazer o Mais Alto Magistrado da Nação.

Recordarão nessa altura que o que distingue uma República com um Presidente de uma outra tutelada por uma Magistratura (activa) de Influência é a menor serventia do Tribunal Constitucional.
LNT
[0.359/2013]

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Porque é que António Costa ganhou

CostaNo trilho de desvalorizar a vitória do Partido Socialista faltava-me ler ou ouvir a famosa máxima de que “não foi X que ganhou mas Y que perdeu”. Agora que já tive a oportunidade de a ler, o panorama está completo.

Certo é essa máxima ter o mesmo valor que a expressão “vale o que vale” ou o outro que os enchedores de chouriços dão às tripas sintéticas.

Adelante!
Interessa saber porque é que António Costa ganhou Lisboa.

As razões são claras: Ganhou porque Costa fez um excelente trabalho nos mandatos anteriores. Ganhou porque teve uma equipa de grande qualidade a trabalhar com ele. Ganhou porque os eleitores alfacinhas reconheceram nele e na sua equipa, gente capaz de gerir a Capital de Portugal.

Reforçou a sua votação porque os lisboetas entenderam que só com maioria absoluta, também na Assembleia Municipal agora presidida por Helena Roseta, se acabariam os entraves anteriormente levantados para impedirem o trabalho profícuo que no município se tem desenvolvido.

Nem os cidadãos de Lisboa estavam interessados em dar-lhe o seu voto, nem teriam elegido tantos presidentes de Junta de Freguesia se tivessem em agenda catapultar António Costa para fora da CML.

O que vier daqui a três anos, quando a Presidência da República ficar ainda mais vazia do que já está hoje e tiver de se abrir concurso para a vacatura, será bem-vindo porque estaremos no limite deste mandato e haverá um substituto natural preparado para substituir António Costa.

Sem se aperceberem, ou percebendo e não se contentando em desvalorizar a vitória nacional do PS, pretendem também desvalorizar o reconhecimento pelo meritório desempenho desta equipa que os cidadãos de Lisboa consagraram no sufrágio. Como se os boletins de voto autárquicos se destinassem a outro fim que não o de eleger os candidatos do poder local e a penalizar quem tão mal tem exercido o poder.

Costa ganhou Lisboa pelo seu mérito e pelo mérito reconhecido a toda a equipa que o acompanhou. Ficam os eleitos de parabéns pelos bons resultados conseguidos e os cidadãos de Lisboa por terem acertado em tão feliz escolha.
LNT
[0.337/2013]

terça-feira, 24 de setembro de 2013

António de Lisboa

António CostaNa recta final desta campanha para Lisboa tudo se encaminha para que António Costa venha a ser reeleito Presidente da Câmara Municipal. Helena Roseta será a Presidente da Assembleia Municipal e o nº 2 de Lisboa será Fernando Medina.

Pode-se dizer que a nossa capital ficará em boas mãos e ficará melhor ainda se nas Juntas de Freguesia (Assembleias de Freguesia), que foram reestruturadas e objecto de uma verdadeira reforma da administração local alfacinha no mandato anterior, se conseguir um resultado que permita a gestão harmoniosa do nosso Concelho.

No entanto, para lá chegarmos, há que dar satisfação ao apelo de Costa que, directamente, se dirige aos seus eleitores dizendo que Precisa do seu voto no próximo Domingo. A abstenção não basta e as eleições só se ganham com votos favoráveis. As sondagens só têm valor no dia anterior e a nossa participação é fundamental.

Todos passamos por um momento especialmente difícil mas está na nossa mão, pelo menos naquilo que nos é mais próximo, tentar dar-lhe a volta.
LNT
[0.309/2013]

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Na pala do pavilhão de Portugal

CML
Hoje, às 18 horas, irei até ao Parque das Nações para dar apoio ao meu amigo de sempre e estimado camarada António Costa. O trabalho que tem desenvolvido como presidente da Câmara Municipal de Lisboa é a marca de qualidade que gostaria de continuar a ver na minha cidade natal.

Espero que Costa tenha um bom número dois, alguém que o possa substituir mantendo a mesma garra à frente da CML caso, dentro de dois anos e tal, entenda candidatar-se à Presidência da República.
LNT
[0.240/2013]

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Avançar, que se faz tarde

António CostaGosto de António Costa. A amizade é coisa antiga, desde os tempos em que ainda se fazia política nas estruturas de base do Partido Socialista. Nem sempre estivemos do mesmo lado da cerca, até porque nunca fiz da política a minha forma de subsistência, o que acaba por nos distinguir no percurso. Mesmo quando dele discordei, sempre reconheci em AC um tipo capaz, combativo e leal. Homem de projecto, inteligente e perspicaz.

Não duvido que António Costa teria sido um excelente Secretário-Geral do Partido Socialista, principalmente agora, numa altura em que o PS tem de se repensar internamente para procurar soluções políticas e técnicas e, se pensamento político não lhe falta, terá também de dispor de tecnicidade para fundamentação das suas propostas.

António Costa clarificou a sua posição. Não está disponível para assumir a direcção do Partido Socialista porque o seu compromisso maior é com os eleitores que o fizerem Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, justificação que honra a dignifica o papel de responsabilidade que o PS deve garantir quando se submete a sufrágio.

Aguarda-se, agora com as eleições internas já agendadas para 22 e 23 de Julho, que os candidatos se façam anunciar. Antes do mais, parece ser importante que quem se julga capaz de desempenhar a tarefa se apresente para começar a agregar ideias e projectos em vez de andar a contar espingardas para uma batalha sem objectivo. Não é tarefa fácil, reconheço, nem sequer é tarefa para ganhos imediatos porque se inicia a travessia do deserto, mas será daqui que resultará o conceito e a proposta que reafirmará o Partido Socialista como a grande força capaz de enfrentar os desafios que Portugal tem de vencer.
LNT
[0.221/2011]

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Evitar o pior

Helena RosetaA atitude de Helena Roseta em relação ao acordo que fez com António Costa para integrar a lista concorrente à Câmara Municipal de Lisboa foi um sinal, mais um, de que há na política portuguesa cidadãos muito mais interessados no bem comum do que nas suas estratégias de poder pessoal. Se estivesse em causa o interesse pessoal, Helena Roseta e o Movimento Cidadãos por Lisboa não o teriam feito uma vez que a sua eleição para a vereação da Capital estava garantida de antemão.

Roseta chegou para ensinar todos aqueles que há pouco tempo lhe pretendiam dar lições de ética e de princípios e para demonstrar que em política nem todos são iguais, como é costume ouvir-se dizer.

Ao contrário de outros, penso que Helena Roseta e o Movimento Cidadãos por Lisboa saem mais credibilizados e com uma força superior, tal como já acontecera com Manuel Alegre, que não é alheio a esta negociação (vejam-se as declarações feitas no dia anterior aquando do lançamento do nº 4 da OPS!), por se terem disposto a não entregar de bandeja o poder à direita populista.

Há coisas realmente importantes na nossa vida de cidadãos sendo que uma delas é nunca deixar que as vaidades pessoais se sobreponham à razão.

Se a Câmara Municipal de Lisboa for defendida de ter Santana Lopes como Presidente isso vai ficar a dever-se unicamente aos que se prontificaram a sacrificar algum do seu protagonismo em favor do interesse comum. Os que ficaram de fora desta solução poderão babar-se com o seu umbigo na noite das eleições e tecer loas às vitórias alcançadas, mas os alfacinhas saberão reconhecer quem evitou o pior.
LNT
[0.520/2009]

Rastos:
USB Link ->
Movimento Cidadãos por Lisboa
-> Manuel Alegre na apresentação do nº 4 da ops!
-> Delito de Opinião - Pedro Correia
-> Eleições 2009 - o Público